A série de ficção científica “Fringe” estréia nos EUA no dia 9 de setembro, na Fox (por aqui ainda não se sabe). Seu piloto custou US$ 10 milhões, um primeiro episódio de duas horas e pelo menos uma dezena de cenas de ação, tudo cheirando a muito dinheiro.
Tudo aparentemente moderno, do produtor/roteirista/diretor J.J. Abrams, que criou a misteriosa ilha de “Lost”. Nesse seu novo seriado, a ação se passa em Boston, onde uma agente do FBI, Olivia Dunham, descobre um cientista doidão em um hospício, o único que pode ajudar seu parceiro e amante a se salvar de uma arma química que consome sua pele.
Mas, no piloto de “Fringe”, Abrams, fez um seriado igual a “Arquivo X”, que trará agentes investigando casos de telepatia, conspirações do governo, invisibilidade, teletransporte etc.
Em “Fringe”, chega-se ao cúmulo de o doutor maluco aplicar na agente do FBI uma mistura de LSD e quetamina (droga anestésica conhecida como “special K”) para que ela “entre” na mente de seu parceiro.
























Se alguem viu, será que concorda comigo ou me tornei uma neurótica?
Parece que aconteceu uma liquidação de roteiros e restos de efeitos especiais de Arquivo X e alguem comprou e fez essa série.
A cena do avião, logo no começo, juro que era a mesma cena do cinema no episódio “A biotoxina” de Arquivo X.
E depois o efeito no corpo do agente exposto a sei lá que produtos químicos ( coisa muito mal explicada), era exatamente o mesmo dos corpos expostos ao Oleo Negro no filme de AX. Cara, eles investigando e eu gritando no sofá ” Meu Deus, o sindicato voltou!! É o oleo Negro, chama a Scully!!!”
E no final vem o chefe chamar a agente pra fazer parte da investigação de fatos ligados a ovnis e conspirações…
Ah, me poupe!!
Acabou a criatividade e a verba para efeitos especiais?
É o novo modelo de sustentabilidade: reciclando idéias, cenários, bonecos, meleca…
A série é muito fraca. Assisti ao primeiro ep sofrendo.