A Bienal Internacional do Livro de São Paulo chega à sua 20ª edição
Entre 14 e 24 de agosto no Anhembi, a Bienal conta esse ano com um record. O número de lançamentos aumentou de 3.000, em 2006, para 4.000; a área ocupada pelos estandes é maior (20 mil m2) e a captação de patrocínio totaliza R$ 3,5 milhões.
A expectativa de público é de 800 mil pessoas.
Segundo Rosely Boschini, presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), que organiza a Bienal, uma das novidades é o espaço “Ler É a Minha Praia”, para o público infanto-juvenil. Somente aqui são esperados 80 mil crianças e adolescentes.
A feira de livros propõe uma extensa programação cultural, com 690 horas de duração, e um evento começando a cada três minutos.
Neste ano, a Bienal recebe cerca de 130 autores. Há convidados de sete países, representados por 73 editoras. Em maior número estão a Espanha (com nove convidados) e a Alemanha (seis).
Os nomes mais conhecidos, no entanto, são o do escritor e roteirista mexicano Guillermo Arriaga (de “Babel”), que lança no evento “Esquadrão Guilhotina”, e o da americana Samantha Power, vencedora do prêmio Pulitzer, que divulga “O Homem que Queria Salvar o Mundo”, biografia do brasileiro Sérgio Vieira de Mello, comissário das Nações Unidas, assassinado em 2006, no Iraque.























